Quero que saiba que, apesar de tudo, sou muito feliz por ter conhecido você, foi o dia de mais sorte em minha vida. Se não tivesse te conhecido, nunca saberia o que é ser amada, amar tudo em mim, até as partes que odeio. Teria passado pela vida vazia, mas você me mostrou um mundo inteirinho novo. Nunca seria capaz de agradecer pelo que fez por mim, mas vou te amar todos os dias até meu último suspiro.



Aparece de surpresa na minha porta e diz que não vive sem mim, que não consegue dormir, que ficar longe faz com que você fique doente.  
Mostra pra mim de uma forma bem clara o quanto faço falta pra você,  mostra pra mim que você não consegue ser muita coisa quando não estou por perto. Quero sentir ao menos uma vez a sua necessidade em me ter, em me buscar, em me querer ao seu lado.
Diz que sente saudades dos tempos de escola porque a gente era mais próximo do outro, me diz que a distância entre a gente dói em você.  
Preciso saber, preciso sentir a importância que tenho em sua vida, pra decidir se vou embora de vez ou se fico. 
Entenda, não quero ir embora, mas só posso ficar se você disser, se você demonstrar que me quer por perto, porque amor, mesmo você sendo a pessoa que mais quero ter perto, não posso te esperar pra sempre. 







Título: Trono de vidro
Título Original: Throne of Glass
Autor (a): Sarah J. Maas
Páginas: 388
Tipo de capa: Brochura
Gênero: Aventura/ Fantasia
Ano: 2014

Sinopse 
Nas sombrias e sujas minas de sal de Endovier, uma jovem de 18 anos está cumprindo sua sentença. Celaena é uma assassina, e a melhor de Adarlan. Aprisionada e fraca, ela está quase perdendo as esperanças quando recebe uma proposta. Terá de volta sua liberdade se representar o príncipe de Adarlan em uma competição, lutando contra os mais habilidosos assassinos e larápios do reino. Endovier é uma sentença de morte, e cada duelo em Adarlan será para viver ou morrer. Mas se o preço é ser livre, ela está disposta a tudo.

Opinião da Pri
Confesso que no começo foi meio difícil acompanhar o livro porque o ritmo dele é meio frenético, as vezes tem informação demais pra você processar e as vezes ele fica um pouco mais lento e demora um pouco pra ser desenvolvido, você demora um pouco pra entender algumas ligações entre alguns personagens secundários também, mas quando pega mais intimidade com ambientação do livro você segue a leitura fluidamente sem mais delongas. 
Apesar de achar o ritmo um pouco irregular, confesso que fiquei extremamente chateada quando precisei fechar o livro e viver minha vida fazendo coisas normais como dormir e comer, porque a história é realmente muito incrível, a autora conseguiu criar um universo de fantasia totalmente fascinante aos meus olhos, tanto que escrevo essa resenha agora momentos após acabar a leitura e já estou com os dedos coçando pra agarrar a sequência e esquecer do mundo ao meu redor até terminar o segundo livro. {alguém me ajuda, preciso dormir}
Uma coisa que não chegou a me incomodar de fato, mas que me deixou meio cismada é a necessidade da autora em criar nomes tão difíceis de ser pronunciando, sério cara, ela merece uma nota 10 por esses nomes porque nunca na galáxia eu cheguei a sequer pensar em nomes como: Nehemia/ Celaena. {AHSUAHUSHA tive uma crise de riso tentando pronunciar esses nomes}
Agora precisamos falar sobre Celaena Sardothien
Viado, o que dizer dessa protagonista que mal conheço e já considero pakas? Cara, no começo eu não coloquei muita fé nessa mulher não, porque sempre lia ela se gabando dizendo que era a tal, a mais foda da porra toda e o escambal, mas via muito pouco ação de verdade, até que os treinos e as provas da competição da narração principal começarem e eu fiquei: "Carai, não é que ela manda bem mesmo?"  Fora ela ser a super assassina "pikadagaláxia" ela é super sarcástica e tem um ótimo sendo de humor. Acho que o mais encantador nela é toda a extravagância e originalidade que a personagem demonstra ao decorrer da história... 
Claro que existe algumas falhas na personagem e que ela não é 100% perfeita, (quem é) mas mesmo nos momentos que ela me irritava com toda a arrogância de se achar a melhor ou as vezes mais preocupada com a aparência dela do que com as provas que enfrentaria, gostei muito do espirito da Calaena, ela tem um que de mistério em volta da sua história (antes de se tornar assassina) e busca desesperadamente por liberdade e isso me cativou muito... (queria desenvolver meu pensamento de uma forma mais ampla, mas quero polpar vocês de spoilers, okay?Okay!) No mais, tentem não julga-lá logo de cara como eu fiz, me atrevo a dizer que ela ocupa o meu top 5 de melhores protagonistas femininas. 
Obviamente o livro possuí outros personagens interessantes e que possuem grande importância na narrativa, então prestem bastante atenção no Príncipe Dorian e no Capitão Chaol, eles são maravilhosos em suas peculiaridades e prometem grandes feitos na sequência da história. 
Agora finalizo essa resenha com algumas citações do livro e espero que vocês apreciem a leitura o mesmo tanto que eu. Bye! 

Coisa linda de Deus! *O*

"Todos carregamos cicatrizes, Dorian. As minhas são apenas mais visíveis que as da maioria."
"Bibliotecas estão cheias de ideias, talvez seja a mais perigosa e poderosas de todas armas." 
"Os nomes não são importantes. É o que está dentro de você que importa." 




Créditos ao dono/Retirado do Google*

Sinto-me muito pensativa esses dias,tenho me identificado profundamente com a personagem de uma série que tenho maratonado desde o último dia 06. "Sex and the City" está sendo bem mais do que uma série "nova" na minha grade sem fim, sinto que tenho aprendido algumas coisas da vida que deixei passar despercebido e as personagem com toda sua simplicidade e situações inusitadas tem me ajudado a viver coisas que nunca pensei que viveria. 
A série teve incio em 1999 sendo finalizada em 2004, traz como o tema o sexo na cidade de New York e como todo esse "caminho" influencia a vida de quatro mulheres solteiras aos trinta e poucos anos, com todos os seus dramas pessoais e questionamentos. O que mais me deixou impressionada é que a maior parte dos questionamentos da personagem principal,tem muito a ver com os questionamentos que faço pra mim mesma,e isso me deixou muito "chocada" afinal, farei 23 anos na próxima semana. De repente fiquei na dúvida: será que eu amadureci muito de pressa? Ou a série não é voltada apenas pra mulheres nessa faixa etária? Ou essas dúvidas e questionamentos vão me acompanhar pra sempre? 



Normalmente me apego muito fácil as histórias e personagens, não é nada difícil pra mim me colocar no lugar deles, mas fico impressionada o quanto o fato de Carrie Bradshaw ser tão parecida comigo, nem só pelos questionamentos, (e pelo fato dela se rotular como escritora) mas pelo fato que até os defeitos, manias, e mancadas somos muito parecidas... 
Até os relacionamentos frustados e um pouco abusivos temos em comum, o que me deixou um pouco triste e me fez chorar em alguns episódios, por me sentir tão bem representada. 


Carrie é apaixonada pelo Mrs.Big e tenta de todas as formas fazer com que a relação deles dê certo, mesmo que o processo seja muito  doloroso e cause enormes danos ao longo do tempo, é incrível ver como sem nem ao menos perceber ela tenta "calçar" ele em sua vida como um sapato antigo que já não serve mais, que pode estar fora de moda e machucar os pés, mas por ser nosso sapato favorito tentamos e insistimos, até nos machucar de fato, - ou até lançarem algo novo e que combine mais - mas sempre esperamos encontrar o sapato perfeito e que seja igual aquele antigo que nos machuca. Estranho não é? 
E pior é que me vejo tentando "calçar" mais de um sapato velho que não me serve mais e que quanto mais aperta meus dedos e machuca tento de novo e de novo. Seja em relacionamentos amorosos ou até mesmo amizades,  eu sempre fico tentando dar segundas chances pra quem nem merecia a primeira... Então quando eu vejo aqueles episódios onde a gente quer socar a mocinha, porque sente que ela não se dá o devido valor ou porque ela se cobra demais ou porque simplesmente ela não consegue assumir que o "príncipe encantado" ou a "alma gêmea" dela na verdade é uma furada e chega a ser tão toxico que devia ser humanamente proibido, me lembro que por muitas vezes eu sou a mocinha da história e que vivo me auto sabotando, mas que estou tão preocupada em ser cega que não percebo nada e que talvez minhas amigas também tenham tentado me alertar e eu não tenha notado ou no estilo Carrie B. ignorado, lindamente. 
Então eu me agradeço aqui mentalmente por ser uma daquelas pessoas que gostam de ver os seus sentimentos, ou situações por quais passo em pedaços assim posso analisar tudo cautelosamente e me recriminar um pouco quando percebo que estou vivendo um ciclo de merda repetidamente. Pra fechar meu pensamento, nada melhor do que compartilhar um pensamento da minha alma gêmea televisiva Carrie Bradshaw. ♥ 

"Talvez os nossos erros escrevam nossos destinos. Se não, o que mais faria nossas vidas? Talvez se nunca mudássemos de direção, jamais nos apaixonaríamos, ou teríamos bebês, ou seríamos quem somos, afinal de contas, as estações mudam,as cidades também. As pessoas entram e saem de sua vida, mas é bom saber que quem se ama está sempre no seu coração. E, se você tiver sorte a um vôo de distância." - Sex and the City. 

Até a próxima! ;) 






Dezembro, chegou o mês mais aguardado por uns e mais odiados por outros, eu amo o mês de dezembro, acho que é um dos meses mais lindos, devido as festas de fim de ano as casas ficam mais coloridas, e no meu caso ainda é o mês do meu aniversário e por mais que esse ano eu complete meus 23 anos de vida (não que seja muita coisa, mas...) é que as vezes tenho crises existenciais absurdas por sentir que não fiz nada com minha vida como: não me formei, não tenho namorado nem nada do tipo que renderia um casamento ou uma união estável, [coisa que muitas amigas conseguiram] não tenho filhos, [muitas amigas também já tem filhos, mais de um inclusive.], não fiz grandes viagens e nem conheci povos e culturas distantes, nem sequer tenho um emprego pra vocês terem uma noção da grande merda que me encontro. [MAS ISSO É ASSUNTO P/ OUTRO TEXTO] Mas como não amar o mês do seu aniversário? Há quem não curta fazer aniversário, mas ainda não cheguei nesse ponto, espero que nunca chegue. 
Muita gente odeia o mês de Dezembro pelo simples fato - FESTAS DE FIM DE ANO - época onde é de costume juntar toda a família e fazer aqueles típicos amigos secretos, (onde você sempre compra um presente bacana e ganha uma calcinha/cueca de presente) ou aqueles jantares com aquelas típicas tortas de climão onde junta um monte de gente que normalmente você não vê ao decorrer do ano, principalmente aquelas tias que não tem intimidade nenhuma com você, mas querem saber da sua vida amorosa, profissional e pessoal pra poder falar mal de você no cômodo ao lado. É aquela época onde você escuta sua mãe/tias/avós reclamando de como fizeram tudo sozinhas pra famosa ceia, mas que na hora de comer todo mundo ajuda... Ou a situação que seria mais engraçada (se não fosse trágico) é aquele pessoal que reclamou de tudo o ano inteiro, mas que na véspera de ano novo e no dia de ano deseja as melhores coisas pra você e sua família e no resto do ano só falta dar na sua cara se você der um bom dia. Bem típico não? Se na sua casa não for assim, não acontecer nem ao menos um dos itens dessa lista, talvez você esteja rodeado de pessoas muito evoluídas ou ETS. [FICA AI O QUESTIONAMENTO]
Apesar de toda essa encrenca sem tamanho, adoro as festas de fim de ano, pois pra mim é como um tempo de reflexão sobre tudo que passei naquele ano e junto todas as coisas boas ou ruins  tento colocar numa balança e me ver melhor no ano seguinte. Normalmente tem aquelas pessoas que super planejam cada passo do ano seguinte, eu me abstenho dessa superstição e tenho me manter viva conforme tudo vai acontecendo e isso já requer um maior planejamento - RESPIRAR E TENTAR SE MANTER SÃ. Já na noite de fim de ano o que mais gosto com toda certeza é os fogos de artificio (mesmo que meus pets fiquem desesperados com o barulho e eu tenha que conter as ferinhas seguras e protegidas- não que me importe com isso, já que os amo) eu ainda sim consigo amar os fogos, não pelo barulho que realmente é horrível, mas pelas cores e o que elas significam. 
Tento levar as festas de fim de ano como um ritual de passagem/recomeço, a cada ano que passa nós temos a chance de mudar e renovar as coisas que não nos agradaram tanto, então pensando nisso decidi escrever esse texto e ao contrário dos outros anos vou deixar aqui no blog uma pequena lista de coisas que gostaria de alcançar no próximo ano e gostaria de pedir aos meus leitores (apareçam queridos)  compartilharem comigo a lista de desejos de cada um aqui nos comentários ou na page do Facebook. Então vamos lá:

• Meu maior desejo é poder me tornar uma pessoa melhor, pra mim e para o meu próximo.
• Que eu consiga ser flor mesmo quando a vida for só espinhos. 
• Que eu tenha mais motivos pra sorrir do que chorar. 
• Que faça bons e novos amigos (E CONSIGA MANTER OS PARÇA DAS ANTIGAS) 
• Que eu consiga colocar minhas séries em dia [HAHAHAHAHA ACHO DIFÍCIL]
• Que eu saiba deixar tudo aquilo que não me faz bem ir e não me sinta mal por isso. 
• Que eu me cobre menos e as pessoas que amo.
• Que eu consiga ter mais leveza e fluir diante dos problemas que aparecer.
•QUE EU TENHA MUITA SAÚDE E CONSIGA REALIZAR MEUS SONHOS
Essa foi minha lista de desejo, comente e me diga qual é sua lista.


                                

            Ah o amor, O tremor das pernas, as borboletas no estômago, a mente vazia e um sorriso bobo brincando no canto dos lábios. O amor, tão encantador e ao mesmo tempo devastador. Traz felicidade e ao mesmo tempo uma tristeza imensa. Então por que o anseio por todas essas coisas? 
            A resposta é simples: porque amar nos muda. E quando nós mudamos o mundo a nossa volta muda com a gente. Portanto ame. Com tudo o que você tem. Porque amar é  o que nos move. 


Créditos ao dono** 

Descobri que te amo porque você me faz sorrir e não é qualquer tipo de sorriso, é aquele que chega primeiro aos olhos e que toca o coração da gente, que deixa um sentimento tão bom quanto ao cheiro de café pela manhã ou aquele cheiro de chuva,vento e terra molhada. 

Ao seu lado esqueço do tempo tanto que por muitas vezes, quando dou por mim já é tarde, mas não me canso de você, da sua companhia, ou do teu cheiro e sua voz macia cheia de carinho e compreensão... Quero te ter sempre por perto, se for ao meu lado melhor ainda, sinto imensa necessidade de você e cada momento que passamos juntos se torna único e gera lembranças que jamais conseguirei esquecer.
Ás vezes quando estou em meio a multidões quase consigo sentir você ao meu lado ou me lembro de momentos que passamos juntos e mesmo que me sinta deslocada em meio a tanta gente já não me sinto tão mal porque tenho você em pensamentos e isso me traz enorme alegria. 
É incrível o quanto você me acalma e me traz paz, enquanto estou aos gritos - por muitas vezes- sendo fogo ou tsunamis enormes e me desmanchando em mim mesma, você está tão calmo e sereno que muitas vezes com um sorriso me faz perder o rebolado que custa a me lembrar o porque estava tão fora de mim. 
Descubro sensações novas sempre que estou com você, sentimentos tão genuínos e preciosos que não consigo explicar em palavras, acho que isso deve ser amor de verdade e se não for, realmente não sei dizer o que é.



“Eu não quero escrever sobre amor pra você.” Essa é a letra de uma música, mas podia ser uma frase de uma carta, o título de um poema ou o início do meu texto. A primeira vez que senti borboletas no estômago foi lendo uma fanfic. Na realidade, poucas vezes aconteceu. Costumo me apaixonar por vozes, por timbres, entonação. Já me encantei por uma pessoa só pelo “boa tarde” dela. Tem quem busque a pessoa perfeita. Eu me contento com a voz. Nada melhor do que aquele tom que te faz tremer por dentro. E se as palavras forem de prosa e poesia, é paixão na certa. “Eu não acredito em amor romântico.” É o que meu boy costuma dizer. E eu sou apaixonada por ele por causa disso. O romântico é um estilo literário de dois ou três séculos atrás, onde o indivíduo começa a ser valorizado, o eu se torna o centro da narrativa, a idealização e o sentimento ganham destaque, os sofrimentos e a luta de dois indivíduo para ficarem juntos passa a ter importância. É maluquice dizer que o princípio romântico só durou por se monogâmico?  E que a monogamia é defendida porque favorece o conceito de família, tão necessário para a perpetuação da propriedade privada, base do sistema capitalista? É isso que meu boy me diz. Com sua voz grave e macia. Eu dou risada quando alguém se assusta ao ouvir essa teoria dele. “Então, porque vocês estão juntos?” nos perguntam.  Nem sempre fomos monogâmicos, ele e eu. Quando éramos mais jovem, principalmente eu, achava que tinha tanta pessoa interessante no mundo para me prender a uma. Eu lia Henry Miller e sua teoria de que monogamia é comer batata frita todo dia e me convencia. Quanto mais velha eu ficava, de menos pessoas gostava. Todas pareciam caretas, preconceituosas e estereotipadas. E eu querendo ser cada vez eu mesma, cada vez mais livre. O boy não se importa com o meu jeito e, ao contrário dos outros, não tenta mudar quem eu sou. E eu gosto do jeito do boy. Então decidimos comer batata frita.

Escrito por Gabriela Blenda, do blog Canto de Poesia
 



“Stalkear significa perseguir alguém (estar obcecada). Muitas pessoas podem fazer, mas não no intuito de prejudicar a outra pessoa, mas pra saber um pouco mais, assim como tem fãs obcecados por seus ídolos e simplesmente quer saber sobre tudo até o que o famoso está comendo.”

Às vezes me pergunto de onde que vem essa obsessão em vigiar as pessoas que amamos ou temos algum tipo de afeto. A minha regra é clara, quanto mais eu me machuco mais eu procuro. É um ciclo vicioso! Talvez essa seja a minha maneiro desesperada de achar algo que faça com que eu desista daquele “crush” que parece ser infinito por você.
É sempre assim, toda vez que encontro algo que me magoa, que dói lá no meu intimo tento encontrar desculpas para continuar insistindo; “ela nem é tão bonita assim” ou “não deve ser nada sério” e nessas continuo perdendo tempo investindo em algo sem futuro, em sentimentos nulos, vazio de afeto, sem reciprocidade e daí entro no modo “rasgando e costurando coração” repetidas vezes.
Sobre o modo rasgando e costurando coração: é o ato de se machucar e depois ficar lambendo as feridas para cicatrizar e quando a ferida estiver quase cicatrizada você se machucar de novo. É o ato onde você se auto sabota,  onde mesmo sabendo o resultado final você paga pra ver, seja porque você espera que outro mude e possa te responder de volta seja no sentimento ou intensidade de afetuosidade ou porque as vezes a ideia de perder aquela pessoa seja pior, doa mais do que admitir que não dará certo.







Imagem retirada do Google* Créditos ao dono*

Demorei muito para conseguir escrever esse texto, a ideia veio na mente, mas as palavras não se encaixavam no papel ou não tinham a conotação certa. 
Tem muita gente que me pergunta o porquê escrevo tanto sobre amor e a maioria das vezes não entro em tantos detalhes, mas aqui pra vocês posso confessar, as vezes eu sinto que sou capaz de amar demais uma pessoa, digo amar exageradamente.
Talvez você não seja capaz de compreender tudo que isso implica, mas às vezes a intensidade dos meus sentimentos parecem extrapolar aquele limite pré-estabelecido que te separa das pessoas que de tal forma conseguem amar de uma maneira “saudável” daquelas que amam de forma desenfreada e são tidas como loucas. Tai, prazer eu sou a louca no caso...
No meu vocabulário de sentimentos não existe uma forma de se amar alguém ou algo de pouquinho, pela metade ou com medo de ser amor, eu me jogo de cabeça, me atiro sem pensar nas consequências, sem calcular o tamanho do precipício que estou pulando e os estragos que podem causar.
O meu problema e que me apego aos detalhes -aos mínimos detalhes- tenho a mania de querer  “esquadrinhar”as pessoas, tento chegar a fundo  dos sentimentos alheios e no mundo em que vivemos – onde você se importar demais com alguém pode ser visto como fraqueza, ser trouxa – isso pode se tornar um pouco bizarro na opinião de alguns, ou corajoso ao ponto de se tornar burrice, arrogância na opinião de outros.
Sempre comparo meu amor com colocações que sugerem a passagem de tempo, talvez minha alma seja muito antiga, então tenho essa ideia de me achar deslocada, fora do contexto, achar que o mundo atual não compreende o amor ou sua extensão, todas aquelas pequeninas coisas que fazem dele um sentimento puro e sem igual.
Então eu escrevo sobre isso- o tempo todo- para quem sabe assim encontrar alguém semelhante a mim que possa compartilhar dos meus sentimentos ou da mesma perspectiva e provavelmente continuarei a escrever sobre o tema repetidas vezes, porque nessa linha de pensamento, alguém que é capaz de amar demais, sempre tem algo a dizer a respeito.  




Imagem retirada do Google* Créditos ao dono* 
Às vezes eu sinto que estou sendo demasiadamente repetitiva, mas sinto também como se ninguém fosse capaz de entender o que estou dizendo.  É como se todos os meios de comunicação que temos hoje em dia, estivessem falhando, como se eu tivesse perdido a capacidade de fala ou as pessoas ao meu redor a de ouvir. Não consigo entender nada e ninguém consegue me entender, mas que raios?
Foge da minha capacidade de compreensão a forma como tudo foi banalizado, de como as pessoas precisa fingir desinteresse para demonstrar o quão interessadas estão e não digo apenas em relacionamentos amorosos, digo na vida, no dia a dia, naquelas coisas mais simples...
Muitas vezes nos falta humanidade para lidar com sofrimento do nosso próximo, para lidar com a dor alheia. Sinto que deixei de ver pessoas reais e que apenas consigo ver egos inflados brigando por expor suas vaidades mais fúteis e desinteressantes.
Às vezes parece que estou em uma frequência diferente comprada com as demais pessoas, enquanto a maioria é FM eu sou aquele abandonado AM que poucas pessoas conseguem sintonizar.
Não estou querendo dizer que sou melhor do que as outras pessoas, mas quem me conhece e convive comigo consegue perceber a diferença com clareza, talvez por isso que meu circulo de amigos é cada vez menor.
E talvez muita gente pense que sou arrogante por ter essa visão diferente e o pior é que não me sinto mal por isso, já faz algum tempo que não tenho levado a opinião dos outros ao meu respeito em consideração.
Na verdade me sinto uma pessoa muito seletiva e cheia de defeitos, manias e chatices,  mas tenho certeza que apenas as pessoas que verdadeiramente gostam de mim, que entendem que essa diferença faz com que eu seja ainda mais eu dos que outros tentam ser outras pessoas que julgam como boas ou certas e mantenho apenas essas pessoas ao meu redor, aquelas que sabem apreciar esse meu lado, esse meu eu. 

Para encerrar esse texto fico com um pensamento de Anne Frank que penso que define bem como sou, como me sinto; “Adormeço com a ideia tola de querer ser diferente do que sou, ou de que não sou como queria ser. E de que faço tudo ao contrário”.


Imagem retirada do Google* Créditos ao dono* 

Querido desconhecido,
Ao contrário do que todo mundo pensa eu não quero um cara perfeito na minha vida, não tenho a ilusão de que existe um príncipe encantado me esperando em algum lugar remoto no universo.
Na verdade eu quero um cara que seja demasiadamente imperfeito, quero alguém que seja desbocado e fale pelos cotovelos, que diga sempre o que pensa que seja transparente.
Quero alguém que seja tão apaixonado por mim que faça questão que todos saibam disso, que seja do tipo de cara que abra porta do carro para mim, mas bata na minha bunda sempre que tiver oportunidade, não porque ele queira vulgarizar ou algo do tipo, mas porque ele gosta de me ver corar ou ficar sem jeito.
Quero muito uma pessoa que gosta de estar junto, que veja filmes de romance comigo, mas que me irrite com teorias malucas sobre os caras da máfia do filme de ação que também veremos. Desejo alguém que me conteste, alguém que tenha a coragem de me dizer que às vezes posso estar errada e que faça com que eu veja meus erros e os assuma. 
Um alguém que seja meu amigo, companheiro, que seja meu porto seguro e que me faça de âncora em sua vida e que isso não faça de mim menos amante, quero ser amante também, proporcionar tanto prazer quanto receber. 
Espero por uma pessoa que sempre me motive a ser melhor e seja melhor junto comigo, alguém que esteja ao meu lado pro que der e vier que seja meu parceiro do crime, minha pessoa. 

Não tenho noção de quem você seja, onde você está ou quando irei te encontrar, mas sei que você existe e que qualquer dia desses a gente vai acabar se encontrando por ai, talvez a gente já tenha se esbarrado, mas sabe como é, sou tão desligada, talvez ainda não tenha me dado conta de que é você, mas eu acredito que tudo tem uma hora pra acontecer e quando for pra ser querido desconhecido, estarei aqui esperando por você. 




Imagem retirada do Facebook* Crédito ao dono*
Odeio quando dizem que sou nova demais e que ainda tenho muito que viver. Sei que ainda sou muito jovem, afinal, tenho apenas 22 anos, mas mesmo aos 22 sinto que já tive toda a cota de merdas que uma vida poderia ter, sei também que é provável muita merda me acontecer ainda e isso me emputece. 
Às vezes me sinto quebrada, pareci que antigamente eu tinha mais cores e depois que uma grande quantidade de coisas ruins foi acontecendo – decepções e perdas – minha cor foi desbotando, pouco a pouco; e tem dias que consigo ser cinza e branco, que sou uma tempestade feita apenas de raios e trovões.
Acontece que eu gostaria muito de voltar a ser cheia de cores, brilho e unicórnios, mas a vida é uma vadia que me deu surra atrás de surra, numa delas acabei perdendo minha paleta de cores. Então aqui estou, sendo cinza com branco, sendo raios e trovões.
Talvez seja por isso que perdi a habilidade de fazer amigos, que evito contato humano e me abstenho com a arte –filmes, séries, música e livros- porque sinto que eles podem acrescentar algum brilho na minha escuridão enquanto as pessoas, principalmente aquelas que não me conhecem, podem me tirar mais cor e talvez a certa altura reste apenas o cinza ou branco. A vida me endureceu, parece que a infância, a inocência de ser criança ficou perdida em um universo quase que paralelo de tão distante que está.
 Agora seria o momento perfeito pra começar a dizer que tudo vai dar certo no final e que novas possibilidades vão surgir, mas também odeio quando mandam esse papo de superação pra cima de mim, sendo assim vou vivendo como dá mesmo desbotada, mesmo com toda bagagem que às vezes o peso se torna insuportável, continuo de pé. {talvez esteja um pouco torta por conta dessa bagagem, mas ainda sim de pé}.
Talvez você termine de ler esse texto e pense “será que ela tem só 22 anos mesmo e não 50?” outro cenário provável é você me achar uma louca pessimista que só escreve merdas, talvez. Mas pode ser que um dia você se olhe no espelho e veja todos os seus fracassos e desilusões e se pergunte como chegou nesse ponto, como você conseguiu sobreviver a tudo isso mesmo que tenha sido tombo atrás de tombo e que ainda tenha muitas feridas abertas que sangram muito, talvez você se lembre de mim e do meu texto pessimista de merda. Talvez quando você ler meus próximos textos sobre amor e borboletas você se dê conta que mesmo na merda estou bem e que você também é capaz de ficar.
E pra fechar com chave de ouro esse texto, vou citar mais uma vez uma narração de Greys Anatomy que eu acho que se encaixa perfeitamente aqui. {porque eu gosto, porque eu quero e porque eu posso}
Se lembra de quando era pequeno e sua maior preocupação era, tipo, se você ia ganhar uma bicicleta de aniversário ou se ia ter biscoito no café da manhã? Ser adulto? Total superestimado! É sério, não se engane por aqueles lindos sapatos, ótimo sexo e a falta dos seus pais te dizendo o que fazer. Ser adulto significa ser responsável. Responsabilidade é realmente uma porcaria. De verdade mesmo. Adultos têm que estar em certos locais e têm que ganhar a vida para pagar o aluguel. E se você estiver treinando para ser cirurgião, pra segurar um coração humano nas mãos, hein? Isso que é responsabilidade. Meio que faz bicicletas e biscoitos parecem bons demais, né? A parte mais assustadora da responsabilidade? Quando você estraga com tudo e a deixa escorrer por entre seus dedos…” 
[…]
Responsabilidade é realmente uma porcaria. Infelizmente, uma vez que você passa da fase dos aparelhos e do primeiro sutiã, a responsabilidade não vai embora. Ou alguém nos força a encará-la ou então sofremos com as consequências. E, ainda assim, ser adulto tem seus pontos altos. Quer dizer, os sapatos, o sexo e a falta dos seus pais te dizendo o que fazer. Isso é muito, muito bom!”
O que estou tentando dizer desde o começo é que ninguém diz quando a gente é pequena o quão chato é ser adulto, o quão difícil e trabalhoso pode ser. Ninguém diz que às vezes você pode se perder e demorar um pouco pra achar o caminho de volta, você tem que aprender da pior maneira possível, que é crescendo. E se tem uma coisa que eu descobri nesse pouco tempo de vida que eu tenho é que crescer dói, amadurecer e se tornar adulto tem o seu preço e às vezes você tende a se perguntar se o preço que está pagando não é alto demais.



Ele a havia decepcionado mais uma vez. Estava estampado no rosto dela.
O modo como os lábios se comprimiam e o sorriso desaparecia. O jeito como as sobrancelhas ficavam franzidas. Mas o pior de tudo eram os olhos, o brilho havia desaparecido e o olhar tornara-se acusador.
Ele não sabia o que fazer para remediar a situação. Mas tudo piorou após as palavras dela:
-- Sabe o que acontece quando a gente se decepciona muitas vezes com a mesma pessoa? A gente cansa de criar expectativas.
Agora ele tinha total certeza que nada poderia mudar o que ele havia feito.
Ela o lançou um último olhar triste e cabisbaixo e deixou a sala.

Ele sabia. Havia a perdido pra sempre dessa vez.


Imagem retirada do Google* Créditos ao dono.*
Lembro-me de ser pequena ter em torno de uns 12 anos quando uma professora de português, minha xará, Priscila, disse em uma de suas aulas – minhas favoritas – que o pior sentimento que existe no mundo não era o ódio e sim a indiferença, porque o ódio é irracional demais e muitas vezes você comete loucuras em nome dele, mas que a indiferença era pior, porque quando se é indiferente, você não se importa com nada, alguém pode muitas vezes morrer na sua frente e você simplesmente não se importar, porque você é indiferente a tudo e todos.
Lembro que na época eu ouvia tudo que ela dizia e não conseguia entender bem como a indiferença poderia ser pior do que o ódio, mas hoje depois de 10 anos eu consigo entender o que ela tentava me explicar naquela época.
Quando você sente ódio por alguém, provavelmente a pessoa tirou algo de você, algo que você gostava, algo que fazia você se importar e o ódio nada mais é do que uma forma distorcida do amor, por isso muitas vezes é tido como um sentimento irracional. Na minha concepção você só consegue odiar algo ou alguém caso já tenha o amado, o que eu quero dizer é que só quem ama sabe odiar, que requer a mesma proporção de afetuosidade, entende?
Já a indiferença é o contrário, e creio que possa machucar muito mais do que o ódio, dói na alma e às vezes chega a ser uma dor física. É muito ruim se sentir desprezado, sentir que seu amor e seu bem querer esta sendo levado no pouco caso, na base da falta de interesse.
Pior de tudo é saber que nem sempre a pessoa te trata com indiferença porque quer, ela até vê o seu esforço e o quanto você gosta dela, mas infelizmente ela não consegue te amar de volta. Então cabe a nós decidirmos quando é o momento certo de apenas parar, parar de cobrar reciprocidade, parar de achar que o outro é errado por não nos ver da forma que gostaríamos que nos visse parar de mendigar afeto e seguir em frente; seja para o grande amor de nossas vidas ou para próxima decepção.
Como diz em um episódio de Greys Anatomy "(...) às vezes, não importa o quanto você ame alguém, elas simplesmente não podem te amar da mesma maneira”.

E o melhor que podemos fazer nesse caso, é apenas aceitar, seguindo em frente. 



Eu soube que se tratava de uma epidemia quando, além de amigos, notei desconhecidos - em bares, ônibus, na rua - usando. Era uma arma minúscula, sutil, e que, na palma de nossas mãos, adquiria uma proporção microscópica e repercussão homérica: o Tinder. ''Eu comecei a usar essa semana e estou adorando'', disse meu amigo jornalista, virando-se, a cada segundo, para verificar a fila do banheiro. ''Sério, não é tão ruim, e é bem pratico. Na verdade, bem melhor que na vida real: podemos bloquear os mais chatos e não vê-los nunca mais. Convenhamos, esse é um salto maior do que pisar na lua.''

''Não sei, não'', respondi, soltando a fumaça do cigarro e observando, numa pausa, a névoa descrever arabescos na noite gélida. ''Nunca gostei desses aplicativos de relacionamento. Confesso, a proposta deles é interessantes,mas são muito impessoais.São praticamente vitrines de um açougue! A carne que, na sua opinião, irá te satisfazer, você escolhe.''

''O que eu quero dizer'', prossegui, notando a face crispada do meu amigo, ''é que se  trata de um cardápio, é o fast food dos encontros amorosos: rápido, momentaneamente prazeroso e insosso! Há uma certa ''produtização'' humana nisso. As pessoas ficam lá, esperando alguém selecioná-las sem ao menos conhecê-las direito. Construções afetivas não podem ser assim tão rápidas.''

''Mas, aí é que está: nem todo mundo quer isso. Nem todo mundo quer isso; uma relação sólida.Nem todo mundo quer uma relação, aliás. Façamos uma comparação:  há anos, casais comunicavam-se através de cartas. Eles tinham que confiar no que recebiam, na imagem que lhes eram dada, caso não se conhecessem. A carta, em si, não deixava de ser um artificio ''dissimulador'', pois, obviamente, escreveriam seus atrativos'', meu amigo argumenta e continua: ''Os aplicativos são um equivalente contemporâneo das cartas. Eles usam dessa facilidade moderna para um novo tipo de relacionamento ágil. E, afinal, qual é o problema da rapidez? Comer, uma vez na semana, no Mcdonalds, ao invés da Subway, não mata ninguém.''

''Não sei'', murmuro, dando outro trago. Sinto a essência adocicada do Marlboro Lights penetrar em meus pulmões, enchendo-os da mais cândida sensação de fastio. ''Eu apenas tenho medo de não agradar. E se eu não parecer o suficiente para o amor da minha vida? E se ele achar que o melhor para ele é um Big Mac e não um Baratíssimo? É tudo muito liquido, entende? Realmente liquido porque flui, mas não tem contorno e, por isso, escorre, vaza...''

Voltei para casa - tropeçando nos degraus da entrada, a cabeça latejando -, às seis da manhã. Giro as chaves na fechadura, paralisando-me, durante poucos segundos, na frente da porta. Encaro o celular sobre a mesa e, ao ver seu brilho alvo fulgurar na densidade sombria da sala, apanho-o, discando o número certo, apesar da desorientação mental. Ele atende após dois minutos, a voz serena transmitindo aquele langor dominical venerado por mim. Conversamos; eu relatando tudo que meu amigo dissera, seus prós e meus contras, enquanto ele ouvia, paciente. No fim, exausto, temeroso em relação a réplica que ouviria, questiono: ''Mas, o que podemos fazer se quisermos algo sério, atualmente? Para onde fugir?''


''Bem...'', ele começa, e, pela momentânea sonoridade turva da voz, percebo que mudou o telefone de lado. ''Pelo que foi descoberto, há água em Marte...''



Livro - Perdida: Um Amor que Ultrapassa as Barreiras do Tempo
Autor (a): Carini Rissi
Páginas: 364
Tipo de capa: Brochura
Gênero: Literatura Brasileira - Romance
Idioma: Português

Sinopse Oficial. 
Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam.
Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. 
Com a ajuda do prestativo - e lindo - Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...
Perdida é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página.

Opinião da Pri. 
O que dizer desse livro que eu mal conheci, já li duas vezes e considero pakas? Confesso que eu tinha um certo preconceito com livros nacionais e nunca tinha lido nenhum livro do gênero para ter de fato uma opinião sobre, mas depois de ler este livro eu mudei drasticamente de opinião e me sinto tola por ter demorado tanto tempo para ler essa série e estou aberta a novas experiencias com autores brasileiros já que me apaixonei pela história da linda e talentosa Carini Rissi. 

Primeiro coisa que me chamou a atenção na história é que ela totalmente diferente de tudo que eu já li, achei a escrita muito bem feita e fluida, não é aquele tipo de livro que você lê lentamente com vontade de morrer ou de ficar pra sempre em posição fetal de tão chato e parado que é. Esse livro não tem nada de parado! É uma doideira atrás da outra, em partes pela personagem principal, Sofia! 
"Não me senti melhor sabendo da existência da casinha. E eu que pensei que não poderia sobreviver sem computador! Fiquei com a incômoda sensação de que banheiro seria apenas uma das muitas coisas das quais eu sentiria falta."

Eu confesso que me identifiquei com a Sofia logo de cara, a bicha é a atrapalhada que só vendo, desastrada e muito muito teimosa! Achei uma personagem feminina cativante e com uma opinião muito forte, o que normalmente não é o forte de livros de romance, onde as mocinhas assim que se dão conta que estão apaixonadas se tornam submissas e na maioria das vezes muito chatas. 
"— Você se preocupa com a castidade e não dá a mínima para o amor? Sabia que casamento é uma coisa muito séria e que deve ser tratado com... — senti a raiva crescer dentro de mim e fiquei ainda mais furiosa por estar sentindo aquilo — ... cuidado e não como se fosse um negócio! Um casamento já é difícil se os dois estiverem apaixonados, sem amor então, já começará fadado ao fracasso. Você devia ser mais responsável!"

Sofia não, primeiro que ela demora muito tempo pra perceber que de fato está apaixonada e é muito relutante com seus sentimentos já que "teoricamente" é impossível ela manter uma relação com um cara de dois séculos passado. E o que mais me encantou em Sofia foi sua personalidade irreverente, ela é o que é e não tem vergonha disso e uma mulher que em pleno século XIX  impõe sua personalidade e suas vontades da forma que ela faz  é admirável e muito engraçado em alguns pontos, já que na época não era normal conviver com damas que se comportassem de tal forma. 
“Porque, quando ele disse que meu lugar era ali, ao menos naquele momento, com a voz cheia de emoção, fiquei completamente perturbada. Parte de mim acreditou nele.”
Mas é claro que o livro não é feito só de Sofia, existem outros personagens cativantes como a Elisa Clarke, uma moça perfeita do século XIX e o charmoso e maravilhoso Ian Clarke que faz você se apaixonar por ele instantaneamente assim que ele aparece com toda sua gentileza e prestatividade. 

O desenrolar dos sentimentos de todos personagem e da história de Sofia em busca de completar a sua jornada é viciante, você não sossega até chegar na ultima página e assim que termina o livro precisa se controlar para não começar a ler tudo de novo. 


Perdida é um conto de fadas que poderia acontecer com qualquer uma de nós. É um livro lindo que nos faz refletir sobre como duas pessoas tão diferentes podem acabar se encontrando e aprendendo sobre sentimentos que elas nem sabiam que existiam…
“Contos de fadas podem se tornar realidade. Basta que a princesa não lute contra a própria felicidade.”
Sabe, eu acho que o meu príncipe encantado está em outro século… Calma aí que eu vou ali jogar meu celular dentro da privada! 
"— (...). E você não está perdida. Está exatamente onde deveria estar."










Eu to virada, estou sem dormir por umas doze horas, assisti uns sete episódios de Greys Anatomy e isso é normal pra mim. Mas agora que estou finalmente deitada na minha cama, ainda sem um pingo de sono, ouvindo uma música linda do Lifehouse me dou conta de algumas coisas.
Eu acho que fiquei muito tempo me fazendo à pergunta errada, sempre me perguntando por que não eu, quando na verdade a pergunta deveria ser: por que não você?
Há muito tempo eu achava que te amava, mas nos éramos jovens demais, eu achava que éramos jovens demais e que não estávamos preparados para o tipo de sentimento que pensava sentir e deixei você ir, você foi embora sem olhar pra trás e ate hoje vive sua vida da melhor forma que pode. Depois de muitas idas e vindas, ainda somos amigos, mas em algum momento em que eu ainda não descobri qual, me vi te amando novamente ou talvez eu não tenha te esquecido.
Acontece que muitos anos se passaram, oito anos pra ser mais exata e aqui estou me perguntando, por que fui tão covarde? Por que fiquei com medo do meu amor por você e deixei você ir? Nesses oito anos, passamos muito tempo longe um do outro, mas por vezes tive que ver você com outras pessoas ou ouvir a respeito e não consigo descrever o quanto isso doeu, o quanto isso acaba comigo quando vejo você seguindo sua vida sem mim, tudo porque por um milésimo de segundos fiquei com medo e resolvi simplesmente desistir.
Eu te amei mais do que você saberá, isso é uma verdade que terei que lidar o resto da minha vida porque hoje depois de oito anos não posso te mandar uma mensagem dizendo como me sinto ou sequer falar sobre isso em uma de nossas conversas, porque simplesmente não estamos mais na mesma página, não vivemos mais as mesmas coisas que naquele tempo.

Peço desculpas para você meu grande amor, pois dói muito vê-lo de bar em bar boca em boca, procurando sentir alguma coisa -caçando paixões de uma noite- enquanto eu poderia te amar da forma certa e pela vida inteira. Acho que uma parte de mim morreu quando deixei você ir, mas te deixo livre para que o amor te encontre qualquer dia desses e se eu tiver sorte ei de esbarrar nele novamente.




O amor é cego! 
Aposto que em algum momento da sua vida você ouviu essa afirmação e achou normal e até que talvez faça total sentido.
Realmente o amor é cego e isso é uma droga! 
Toda vez que escuto essa afirmação observo a forma como as pessoas tratam com naturalidade a possível cegueira que o amor nos traz, e fico me perguntando, como podemos realmente amar o outro se não somos capazes de vê-lo verdadeiramente? 
Quando alguém diz "o amor é cego” talvez a ideia seja abranger tudo de ruim que a outra pessoa pode oferecer: traumas do passado, defeitos de compatibilidade como  não gostar de Greys Anatomy e pipoca, mas me questiono acerca dos sentimentos dessa pessoa. Como amar alguém sem conhecer os seus defeitos? Suas manias?
Quando você deixa toda a bagagem que outro tem de lado, você não esta deixando de amá-lo por inteiro? Todas as cicatrizes que adquirimos ao longo da vida, fazem parte do que somos a maioria das vezes é responsável pelo a essência do nosso ser. Então como amar alguém cegamente sem enxergar as cicatrizes, ou pior, às vezes não entender e julga-las como feias e sendo que muitas vezes essas cicatrizes provem da nossa alma?
Por isso tenho essa teoria- talvez um pouco irritante- de que precisamos amar primeiro o “defeito” da outra pessoa, amar aquilo que a pessoa tão desesperadamente tenta esconder ou camuflar com alguma qualidade que acha ser atraente para nós, porque talvez assim possamos conhecer o outro de uma forma melhor, entender de uma forma mais ampla, significativa.
Entender que hoje possa fazer sol, mas que amanhã é um dia totalmente diferente e talvez caia uma chuva torrencial faz parte do nosso dia a dia, mas infelizmente não aplicamos isso na nossa vida pessoal e por vezes culpamos o outro pelas coisas que dão errado, culpamos o outro por ser humano o suficiente e cometer erros, ter um passado ou simplesmente não gostar de tudo o que gostamos. Porque simplesmente não conseguimos entender que a vida nem sempre é um mar de rosas e que quanto mais buscamos a perfeição nas coisas, nas outras pessoas ficamos cada vez mais distantes da realidade?

Uma vez eu ouvi, não me lembro onde, que cada um dá aquilo que tem e que cada um tem aquilo que merece, sendo assim olhe bem a sua volta, porque se o amor é tão cego talvez você já tenha encontrado com ele no bar na esquina nem percebeu e ainda esteja procurando a pessoa perfeita, sendo que o que você merece e que está disposto a lhe entregar o que tem está bem ai do seu lado. 



Dizem que eu sou "exigente demais" e isso com certeza fará com que em algum momento na minha vida eu fique triste e sozinha (não necessariamente nessa ordem). Entenda, eu como uma romântica incorrigível, quero achar alguém para ser meu companheiro para o resto da vida e que esteja disposto a me amar da maneira que eu mereço ser amada. Vou dizer algo pra você que pode parecer meio chocante de primeira vista, um pouco arrogante ou de certa forma egoísta, mas eu não mereço ninguém menos do que extraordinário.

(Uma pausa você recuperar-se do possível choque)

Eu mereço uma pessoa inteira, não acredito nesse negócio de que as pessoas vieram a esse mundo com a missão de achar a sua outra metade, a tampa da sua panela, metade da sua laranja e todo esse blá blá blá que você escuta a vida inteira e leva como parâmetro pra sua vida. Eu não acredito em príncipe encantado montado em um cavalo branco pronto pra socorrer a donzela do perigo e todo aquele papo de contos de fadas que você deve muito bem saber como funciona e como termina. Não! Eu quero alguém de verdade, nesse caso uma pessoa humana e imperfeita que seja capaz de entender que também sou humana e acima de tudo imperfeita, mas que me ame tanto ao ponto de decidir ser imperfeito junto comigo, como igual.

Por isso, sábado à noite quando a minha tia me olhou bem séria e disse que eu precisava de um homem na minha vida e que se não encontrasse alguém logo ficaria o resto dela sozinha, ou como ela mesma disse, para as traças, fiquei tão indignada que simplesmente respondi que não teria problema nenhum em ficar sozinha, e que ficaria contente em ter apenas uns cinco gatos e cuidar deles, mas na verdade eu ficaria muito puta porque isso significa que não encontrei a minha pessoa, aquela extraordinária.

Daí que entra aquela parte onde eu disse que sou uma romântica incorrigível, o que para muita gente hoje em dia parece incluir aquele parâmetro do “encontrar a tampa da panela”, entenda, eu vejo o amor de forma diferente, eu diria que da forma mais simples e pura. 

Enquanto a maioria das pessoas buscam a sua outra metade apenas para ter alguém e não estar só, para aliviar o desejo carnal, para ter alguém e olhar com sentimento de pose e dizer que é seu ou dele ou de quem quer que seja eu quero alguém que seja capaz de andar comigo, lado a lado.

A maioria dos relacionamentos hoje em dia tornou-se uma disputa de status, onde você escolhe uma rede social qualquer e faz grandiosas demonstrações de amor para todos ver, mas às vezes nos pequenos detalhes do dia a dia deixa de realmente demonstrar pra pessoa que diz amar o quanto a ama de verdade. Daí eu te digo, eu quero uma pessoa que saiba dizer que me ama e me faça acreditar nisso e que eu a ame de volta porque na minha concepção se isso acontecer, não precisará dizer a ninguém o quanto a amo, não precisarei reduzir meu sentimento tão puro e verdadeiro a meia dúzia de palavras e uma foto, todos serão capazes de ver o quanto a amo e admiro sem eu apenas dizer sequer uma palavra.

Deu pra entender o que quero dizer?

Talvez seja por isso que aos 22 anos não tenha tido nenhum relacionamento sério, mesmo tendo conhecido alguns rapazes e tido alguns encontros, porque sou exigente demais e ninguém quer ser extraordinário. Todo mundo quer ser amado de alguma forma, mas na hora de retribuir o amor quer que o outro se contente com migalhas ou implore afeto ou na mais provável hipótese quer fazer o jogo do morde e assopra onde você ser sincero sobre os seus sentimentos é contra as regras e tentar mostrar que está afim da pessoa sendo indiferente e às vezes até cruel seja uma forma de conquistar o outro.


Eu quero alguém que se importe de verdade, que me queira de todas as formas possíveis e não tenha vergonha de admitir isso, alguém que não consiga imaginar o dia ser ter ao menos mandado uma mensagem de bom dia,  que fique horas e horas conversando comigo sobre tudo e sobre nada, mas quando houver silêncio saiba apreciar o momento e não achar constrangedor.  Alguém que eu conheça como a palma da minha mão e que me entenda melhor do que eu mesmo me entendo às vezes, que seja carinhosa, calorosa e que queira estar perto, faça questão de estar e que nunca me magoe, não intencionalmente.  Que não queira mudar o que sou e tão pouco abandone seus princípios pelos meus, que saiba respeitar meu espaço, amigos e não ache que precisamos abrir mão de tudo que tínhamos em nossas vidas antes de nos conhecer... Enfim, tudo que eu peço é um amor que não seja medíocre e tenha medo de ser amor, ou pior, um amor que por ter medo de ser liberdade se torne prisão porque como diz Mario Quintana “O amor é isso. Não prende, não aperta, não sufoca. Porque quando vira nó, já deixou de ser laço”. 



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